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ZN ‘perde’ ginásio do Anhembi por ora; plano para Pacaembu é realista

Estudo da Time for Fun (Reprodução)

Estudo da Time for Fun (Reprodução)

A zona norte de São Paulo ficou muito perto de deixar de ser figurante para se tornar protagonista do esporte na cidade de São Paulo. Estava avançado o projeto de cessão de um terreno ao lado da concentração do sambódromo do Anhembi para a iniciativa privada construir uma “arena multiúso coberta”, ou seja, um grande e moderno ginásio. O plano de venda da São Paulo Turismo S/A e de todo o complexo, no entanto, inviabiliza-o por ora. Se a intenção da gestão João Doria se concretizar, caberá ao novo dono do espaço a decisão de construir ou não um ginásio lá.

Durante a gestão Fernando Haddad, avançou a inciativa de criação da “arena multiúso coberta”. A área seria cedida a uma empresa mediante pagamento de direito de uso, e quem oferecesse o maior valor mensal e, claro, tivesse as condições técnicas e econômicas necessárias para cuidar do empreendimento seria o vencedor da licitação. Empresas como Time for Fun (que justamente deu a ideia) e WTorre estavam interessadas no negócio.

O edital de concorrência foi lançado em 15 de julho de 2016, mas houve uma suspensão para esclarecimentos e nunca se soube o vencedor dela. As obras deveriam ficar prontas até o segundo semestre de 2019. Seria uma resposta a uma carência da capital paulista, a qual não conta com modernos ginásios poliesportivos.

Questionado pelo guia Esportividade sobre a “arena multiúso coberta”, Wilson Poit, um dos responsáveis pela iniciativa da gestão Haddad e agora secretário de Desestatização e Parcerias de Doria, disse: “Não houve prosseguimento. Eu acreditava muito naquele projeto. Ela era para 20 mil pessoas, coberta”.

“O que achamos agora é que a arena pode ser incorporada ao Anhembi. Além dela, poderia haver ali um grande salão de convenções, um hotel dos maiores de São Paulo, um edifício-garagem. São 400 mil metros quadrados. O que tem de diferença é que agora é uma privatização. Naquele momento, era uma concessão. Depois da autorização da Câmara, vamos fazer a venda da SPTuris S/A, que é dona de todo aquele terreno. Mas certamente ali cabe uma arena. O sambódromo deve permanecer e quem comprar aquele espaço vai ter de cedê-lo à prefeitura no mínimo um mês por ano para a realização do Carnaval.”

Por outro lado…

Estádio do Pacaembu (Heloísa Ballarini/Secom)

Estádio do Pacaembu (Heloísa Ballarini/Secom)

O projeto de concessão do estádio do Pacaembu à iniciativa privada da gestão Fernando Haddad, encerrada em 2016, era considerado “inviável” pelos próprios participantes, como era o caso do arquiteto Mauro Munhoz, o mesmo do Museu do Futebol. Estabelecia requisitos complexos e custosos, como a adoção do “padrão Fifa” no Paulo Machado de Carvalho e a criação de um estacionamento para 2 mil veículos.

As discussões sobre o Pacaembu da gestão João Doria são mais abertas, bem como é o atual projeto de concessão, que não é um plano fechado. Os estudos que serão feitos por empresas interessadas levarão a um modelo e a uma licitação no primeiro trimestre de 2018. E, como o próprio Mauro Munhoz disse, o maior desafio é pensar na geração de receita quando não há jogos de futebol ou rugby, ou seja, na maior parte do tempo. Os grandes shows, porém, não estão em pauta, atendendo aos anseios da Viva Pacaembu, associação de moradores do bairro.

O secretário de Esportes e Lazer, Jorge Damião, revelou que o custo de manutenção do complexo esportivo do Pacaembu já caiu de R$ 9 para R$ 6 milhões por ano. Ele reiterou que o clube, com piscina e quadras, continuará a oferecer aulas gratuitas para a população mesmo após a concessão, que terá prazo mínimo de dez anos.

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Virada Esportiva-17 será com dinheiro privado; patrocínios são contrapartida

Tirolesa no Vale do Anhangabaú, a partir do viaduto do Chá, em 2016 (Esportividade)

Tirolesa no Vale do Anhangabaú, a partir do viaduto do Chá, em 2016 (Esportividade)

A nova cara da Virada Esportiva da cidade de São Paulo foi revelada nesta terça-feira, 20 de junho de 2017, no Diário Oficial municipal. É muito diferente das dez primeiras edições do evento anual e vai ser feita nos dias 23 e 24 de setembro com recursos da iniciativa privada, mas ainda será coordenada e aprovada pela Secretaria de Esportes e Lazer.

Até 2016, a pasta pedia a entidades que lhe enviassem, meses antes da Virada, projetos que seriam executados. Conforme o orçamento definido e o foco de cada ano, a secretaria os escolhia e pagava, sendo realizados pelos proponentes no fim de semana do evento. Já em 2017, quando João Doria assumiu a prefeitura, a secretaria continua a receber propostas e a analisá-las, mas não mais arcará com os custos. As empresas que vão executar os projetos os bancarão, mas poderão explorar espaços publicitários durante o desenvolvimento das atividades.

“O evento buscará propiciar aos interessados novas experiências por meio da prática de diversas modalidades e atividades esportivas, de forma participativa e inclusiva, assim como ele vai buscar divulgar amplamente os locais onde os munícipes podem praticar tais atividades na cidade de São Paulo, ajudando, por conseguinte, no atingimento da meta de aumentar em 10% a taxa de atividade física da população da cidade”, diz o edital.

As empresas com projetos aprovados serão parceiras da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, para quem deverão detalhar os custos de execução. O valor a ser despendido servirá de base para a definição da ativação de marca a que fará jus o patrocinador durante a Virada Esportiva.

Red Bull na Selva de Pedra (Andrei Spinassé/Esportividade)

Red Bull na Selva de Pedra (Andrei Spinassé/Esportividade)

Foram estabelecidas cinco “faixas de contrapartidas monetárias” para patrocínios, de R$ 100 mil (a primeira) a R$ 1 milhão ou valor superior (a quinta). As ações de marketing e ativação de marca devem estar descritas no projeto enviado à secretaria, mas os custos para a sua realização, que ficarão a cargo do proponente, não serão computados para fins de definição do valor total do patrocínio.

Os proponentes serão escolhidos pela comissão organizadora da Virada Esportiva de acordo com o valor econômico da proposta, a “vantajosidade” para a administração pública municipal paulistana, a compatibilidade entre a proposta e o escopo da Virada de 2017 e a qualidade técnica, por exemplo.

Bungee jumping e queda livre no Centro Esportivo Tietê (Esportividade)

Bungee jumping e queda livre no Centro Esportivo Tietê (Esportividade)

Já foram definidos os locais das atividades da Virada Esportiva de 2017, a 11ª edição do evento. Também estão pré-estabelecidos os tipos de projetos que se espera para cada um deles. Confira-os:

“Arenas”

  • Parque Praia do Sol (equipamentos aquáticos, clínicas aquáticas, clínicas de esportes diversos)
  • Autódromo e kartódromo de Interlagos (kart e/ou oficina de carrinho de rolimã, “circuito da família”, aulas abertas diversas, atividades noturnas que envolvam dança, esporte e música)
  • Vale do Anhangabaú (esportes radicais, equipamentos diversos, clínicas de esportes adaptados e paraolímpicos, atividades noturnas com dança, esporte e música)
  • Parque do Carmo (“circuito da família”, aulas abertas)
  • Parque da Juventude (radicais, “circuito da família”, aulas abertas, clínicas de esportes adaptados e paraolímpicos)
  • Parque Chácara do Jockey (modalidades radicais, equipamentos diversos, clínicas de esportes adaptados e paraolímpicos)
  • Memorial da América Latina (esportes digitais/eletrônicos interativos, clínicas de esportes adaptados e paraolímpicos)

“Polos”

  • Parque da Independência (radicais)
  • Centro de Esportes Radicais (radicais)
  • Ceret (equipamentos aquáticos, clínicas aquáticas, aulas abertas, clínicas de esportes adaptados e paraolímpicos, clínicas de esportes diversos)
  • Centro Esportivo Tietê (aulas abertas, clínicas de esportes adaptados e paraolímpicos, clínicas de esportes diversos)
  • Parque Zilda Natel (atividades noturnas que envolvam dança, esporte e música)
  • Clube Esportivo Náutico Guarapiranga (equipamentos aquáticos, clínicas aquáticas, clínicas de esportes diversos)
  • Estádio do Pacaembu (clínicas de esportes diversos, atividades noturnas que envolvam dança, esporte e música)

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Pista de atletismo do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (Esportividade)

Pista de atletismo do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (Esportividade)

Uma das novidades da Virada Esportiva-2017 da cidade de São Paulo, a 11ª edição do evento, deverá ser uma corrida de revezamento de 24 horas. O plano é que vinte equipes disputem a prova e sejam montadas por empresas organizadoras de eventos. “É bem provável que a façamos dentro do Centro Olímpico, na pista de atletismo”, disse o secretário de Esportes e Lazer, Jorge Damião, que revelou ao Esportividade a atividade.

Ainda não foram divulgadas informações sobre como as empresas do ramo montarão as 20 equipes participantes do revezamento de 24 horas. “Elas podem até buscar quenianos”, declarou Damião. Havia até 2015 uma corrida de 24 horas no Ceret durante a Virada Esportiva, mas não se trata mais dela.

A secretaria será mais uma facilitadora do que uma organizadora de eventos. “Na Virada Esportiva [em 23 e 24 de setembro], a ideia é transformarmos a cidade de São Paulo em uma grande plataforma de eventos esportivos. Não será a secretaria a [principal] realizadora de atividades, mas sim as grandes empresas”, afirmou o secretário.

“Na sexta-feira passada, tivemos uma reunião com o presidente da Penalty, que voltará para a Virada com um torneio extremamente interessante. Nós também vamos trazer à cidade uma pista de patinação no gelo aberta à população.”

A Virada Esportiva do ano passado, a última da gestão anterior da prefeitura, talvez tenha sido a mais decepcionante já realizada até agora: por causa de restrições pré-eleitorais, foi pouquíssimo divulgada. Foi marcada também por alguns problemas, como mostra esta reportagem: Virada Esportiva começa com atraso de mais de 2h30 no Anhangabaú.



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‘Padrão Fifa’ deixa de ser exigência para concessão do Pacaembu

Estádio do Pacaembu (Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas)

Estádio do Pacaembu (Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas)

Pacaembu no “padrão Fifa”? Ainda não nesta década. Diferentemente do chamamento público anterior, que estabelecia uma série de pré-requisitos para a concessão do estádio à iniciativa privada, o apresentado nesta semana pela Prefeitura de São Paulo é mais flexível e tem mais chances de prosperar que seu antecessor, por intermédio do qual dois projetos foram classificados à fase seguinte, os quais custariam R$ 387 milhões e R$ 540 milhões.

O termo de referência do novo procedimento de manifestação de interesse afirma: “Cabe ressaltar que as premissas deste chamamento público diferem daquelas adotadas no chamamento público 01/2015/Seme, que foi revogado no dia 8 de abril de 2017, especialmente no que diz respeito à imposição do denominado ‘padrão Fifa’ ao estádio. A desnecessidade de atendimento às orientações do caderno editado pela federação justifica realização de novos estudos de modelagem, o que será viabilizado mediante este chamamento público”.

Sob a chefia de Fernando Haddad, até mesmo a criação de um estacionamento para 2 mil veículos era exigida, e a Associação Casa Azul sugeriu que fosse instalado no subsolo, entre o piscinão e o estádio, o que sem dúvida aumentaria bastante os custos da modernização. Cobertura do Pacaembu também era pedida. Fracassou, assim, a tentativa da gestão anterior de conceder o Pacaembu à iniciativa privada.

Os estudos a serem enviados agora, que se tornarão parte de um edital de licitação, têm mais a ver com a própria sustentabilidade financeira do negócio “no longo prazo contratual” (mínimo de dez anos) do que com altos padrões estipulados. A prefeitura estima gastar cerca de R$ 9 milhões anuais com o complexo esportivo do Pacaembu e objetiva eliminar esse gasto.

Estádio do Pacaembu (Cesar Ogata/Secom)

Estádio do Pacaembu (Cesar Ogata/Secom)

A prefeitura pede às entidades que busquem “modelagens que prevejam que as obras de modernização e restauro sejam concluídas o mais breve possível, propiciando à população um melhor aproveitamento das instalações públicas que hoje estão sendo subutilizadas pela falta de condições no padrão de qualidade condizente”.

As determinações de Condephaat e Conpresp, órgãos de preservação e defesa do patrimônio histórico, ainda necessitam ser respeitadas, mas ficou ainda mais claro desta vez que a prefeitura não “comprará briga” com a Viva Pacaembu por São Paulo, a associação de moradores do bairro, que é até citada no termo de referência por ter sentença favorável publicada quanto à não realização de eventos “que sejam prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde, em flagrante violação aos limites ordinários de tolerância dos moradores da vizinhança”.

Foram dados 30 dias para credenciamento e apresentação dos estudos preliminares de arquitetura e serão concedidos 60 dias para a realização dos estudos. Depois disso, será feita avaliação do material enviado e será liberado edital de licitação. A prefeitura ressaltou que, mesmo depois da concessão, as quadras e a piscina, a serem reformadas pela empresa vencedora, deverão continuar abertas à população.

O secretário municipal de Desestatização e Parcerias, Wilson Poit, o chefe da pasta que cuida da concessão, foi presidente da SPTuris na gestão Fernando Haddad e foi chamado por João Doria para o novo cargo.



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Secretário atribui à estratégia ‘conta-gotas’ de datas das corridas gratuitas

Aquecimento do Circuito Caixa da Cidadania (Esportividade)

Aquecimento do Circuito Caixa da Cidadania (Esportividade)

O calendário completo do Circuito Caixa da Cidadania ainda não se tornou público. Embora as localidades das próximas nove etapas sejam conhecidas, o cidadão paulistano não teve ainda acesso à programação. Estas, segundo o regulamento do evento, são as próximas etapas (não necessariamente nesta ordem): Cidade Tiradentes (4 de junho; inscrições esgotadas), M’Boi Mirim, Capela do Socorro (autódromo de Interlagos), Mooca, Parelheiros, Itaquera, Jabaquara, Santana e praça da Sé.

O secretário de Esportes e Lazer de São Paulo, Jorge Damião, explicou por que a divulgação de datas por enquanto é lenta: “Nós até estrategicamente as seguramos para que cada região seja valorizada. Quando a etapa da Cidade Tiradentes estiver próxima, liberaremos a terceira data”. E o site do Circuito Caixa da Cidadania, gerido pela Iguana Sports, contratada pela Caixa para organizá-lo, só exibe as etapas da Freguesia do Ó e da Cidade Tiradentes.

Essa divulgação “conta-gotas”, porém, deverá ser encerrada quando o calendário oficial de eventos do segundo semestre da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer finalmente for anunciado. Se for publicado já com as datas do Circuito Caixa da Cidadania, os atletas terão informação de quando cada etapa será realizada.

Os projetos SampaCor, de valorização das corridas de rua, Cidade Ativa, de incremento da prática esportiva na capital paulista, são até agora os principais apresentados pela secretaria, que estabeleceu como meta chegar ao fim da gestão João Doria com um acréscimo de 10% dos paulistanos praticantes de atividades físicas.

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Projeto de lei prevê cota social em corridas de rua na cidade de SP

Circuito Caixa da Cidadania na avenida Inajar de Souza (Esportividade)

Circuito Caixa da Cidadania na avenida Inajar de Souza (Esportividade)

É de interesse de corredores e organizadores acompanhar a tramitação do projeto de lei Inscrição Solidária para Corridas, apresentado nesta semana pelo vereador Gilson Barreto, cujo partido é o PSDB. O PL 01-00297/2017 tem como objetivo obrigar os organizadores de corridas de rua e eventos de ciclismo de rua a reservar 5% das inscrições para atletas de baixa renda do município de São Paulo.

De acordo com o projeto, o atleta interessado em obter o benefício deverá comprovar o que se pede por intermédio de comprovantes de inscrições em programas sociais governamentais, alunos de escolas públicas, universidades públicas e/ou atestado de pobreza.

Mas, em caso de ausência injustificada na prova, o atleta não poderá requerer sua participação em outra corrida por esse programa no prazo de 90 dias.

O vereador justifica que, uma vez que vias públicas são utilizadas, “é justo que esses eventos contribuam para a inserção dos jovens carentes no esporte”.

O artigo segundo do projeto de lei afirma: “Os eventos de corrida de rua, caminhada e/ou ciclismo de rua que comprovadamente não tenham cobrança de inscrições estarão dispensados do recolhimento dos valores à Secretaria da Fazenda do município de São Paulo”.

O PL não deixa claro, porém, como será feito o controle da cota de 5% e como serão efetuadas as inscrições dos atletas de baixa renda interessados. Fica subentendido que as inscrições serão gratuitas para eles, mas isso não está mencionado literalmente no texto do PL. Um projeto de lei semelhante tramitou na Câmara Municipal de Curitiba, mas foi “arquivado por fim de legislatura”.

Meia-entrada

A maior parte dos organizadores de corridas de rua respeita o Estatuto do Idoso e concede 50% de desconto às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. E alguns já começaram a permitir que estudantes também possam usufruir desse desconto.

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Escultura sobre Senna ganha maior destaque em nova praça paulistana

Praça Ayrton Senna do Brasil (Esportividade)

Praça Ayrton Senna do Brasil (Esportividade)

Sem poder ser contemplada por pedestres em seu local original, a escultura “Velocidade, alma e emoção”, de autoria de Melinda Garcia em 1995, foi transferida da entrada norte do túnel Ayrton Senna para o Centro Esportivo e de Lazer Modelódromo do Ibirapuera, que é acessado pela rua Curitiba, 290, na mesma região, e ao redor dela foi construída uma praça, a Ayrton Senna do Brasil, inaugurada neste 1º de maio de 2017, dia em que a morte do tricampeão de Fórmula 1 completa 23 anos.

Além da escultura restaurada, frases ditas pelo piloto, nascido e criado na zona norte da cidade de São Paulo, e outra obra artística, um capacete de bronze, compõem o cenário da mais nova praça da capital paulista, que ficou pronta em menos de um mês e foi bancada por três empresas.

Escultura foi transferida de entrada do túnel Ayrton Senna para nova praça (Esportividade)

Escultura foi transferida de entrada do túnel Ayrton Senna para nova praça (Esportividade)

O antigo “lar” da escultura, a entrada norte do túnel Ayrton Senna (complexo viário Ayrton Senna), ganhou uma bandeira do Brasil com um alto mastro.

No Centro Esportivo e de Lazer Modelódromo do Ibirapuera, além de tanque de nautimodelismo, área de aeromodelismo, sala de ferreomodelismo, sala de plastimodelismo e área de automodelismo, existe uma área para cachorros na qual os cães podem se divertir à vontade.



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Nike faz proposta, e Ibirapuera deve ganhar sinalização para corredores

Trio correndo no parque do Ibirapuera (Esportividade)

Trio correndo no parque do Ibirapuera (Esportividade)

O parque do Ibirapuera, o mais famoso da cidade de São Paulo, está em vias de ganhar sinalização específica para os corredores. A Secretaria do Verde e Meio Ambiente da capital paulista tornou público nesta sexta-feira, 28 de abril de 2017, o interesse da Nike em investir nessa melhoria, mas reiterou que está aberta a receber propostas de outras empresas.

Além da “melhoria na estrutura de sinalização das pistas de corrida do parque”, a Nike propôs à secretaria a realização de ações e de serviços esportivos gratuitos aos frequentadores do Ibirapuera, e a pasta também aceitará propostas de outras companhias até 3 de maio.

Uma referência hoje em dia de sinalização para corredores na cidade de São Paulo é o Ceret. O belo parque da zona leste conta com linhas de cinco cores pintadas no asfalto, cada uma marcando um percurso distinto (1.525 m, 780 m, 570 m, 440 m e 280 m), além das placas indicativas de distância. O Ibira, cuja volta principal possui cerca de 3 km de extensão, carece de algo similar.

A Nike ainda deseja fazer a reforma e a manutenção do campo de futebol do parque, e a secretaria adotou o mesmo procedimento, recebendo “propostas para o mesmo objeto”.

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Secretaria de Esportes de São Paulo impede mudança de nome de corridas

Largada de prova do extinto Circuito Popular paulistano (Francisco Pinheiro)

Largada de prova do extinto Circuito Popular paulistano (Francisco Pinheiro)

Reportagem atualizada às 8h46 de 26 de abril de 2017.

Entre as novas regras da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme) para as corridas de rua e os passeios ciclísticos está uma que impede que os organizadores alterem nomes de eventos que já estejam no calendário oficial de eventos da capital paulista. Publicadas nesta terça-feira, 25 de abril de 2017, no Diário Oficial, modificam e complementam a portaria 37-2016, que se tornou pública em 10 de agosto de 2016.

Tal medida inviabilizaria, por exemplo, a Gillette Body Running Experience, da SportPromotion, de 3 de junho de 2017. No calendário publicado no dia 29 de dezembro de 2016, o evento era a etapa Pop da Music Run.

Questionada pelo Esportividade a respeito da situação do evento depois da publicação da nova portaria, a secretaria deu ao guia esta resposta: “Para a corrida da SportPromotion, a solicitação de mudança de nome foi definida pelo departamento de corrida de rua da Seme. Para não [ser necessário] incluir mais uma corrida no calendário, autorizamos a troca de nome do evento”.

Qualquer corrida ou passeio que esteja no calendário oficial terá de usar a marca SampaCor — um programa de fortalecimento das corridas na cidade — em todos os materiais de divulgação do evento, identificando a secretaria como apoiadora.

Se o organizador quiser alterar o local de realização do evento previamente aprovado, necessitará submeter a mudança à secretaria, que dará a palavra final sobre isso. Caso se altere o lugar sem a Seme dar a “luz verde”, a prova poderá ter sua reserva cancelada.

“Somente a empresa ou a entidade solicitante de autorização da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer poderá promover a realização da corrida de rua e passeio ciclístico, sendo vedada a transferência da organização do evento a terceiros”, diz a nova regulamentação.

“O calendário de eventos do exercício seguinte será publicado em dezembro do ano anterior, razão pela qual terão preferência na escolha de datas e locais as solicitações que forem apresentadas até 30 de setembro do ano anterior, ficando a critério exclusivo de Seme receber ou deferir pedidos apresentados posteriormente a essa data. A partir de 2 de janeiro do exercício seguinte, poderá haver solicitação de novas datas com antecedência de 90 dias.”

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Atletas da São Silvestre-2016 no cruzamento da Ipiranga com a São João (Esportividade)

Atletas da São Silvestre-2016 no cruzamento da Ipiranga com a São João (Esportividade)

São Paulo até já pode ser “a capital mundial das corridas de rua”, mas as provas estão tão desunidas que não se tem noção real disso. Para a cidade ganhar essa fama nacional e internacional, Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Seme) apresenta nesta semana o SampaCor, um “programa guarda-chuva” cujo objetivo é a valorização dos eventos. O secretário Jorge Damião disse ao Esportividade que a iniciativa foi aprovada e incentivada pelo prefeito João Doria, que, no próximo mês, receberá organizadores, patrocinadores e alguns atletas no prédio do viaduto do Chá e dará oficialmente apoio às corridas pedestres.

Um “selo de qualidade” será concedido às provas que se mostrarem profissionais e cumprirem o que prometeram aos atletas. Mas, segundo Damião, punir maus organizadores não será o intuito do programa. Um calendário do SampaCor será publicado, dando mais visibilidade aos eventos integrantes dele e sendo uma indicação da secretaria aos corredores. E, por meio do boletim “Vamos Correr!”, a Seme diz aos munícipes, já a partir desta sexta-feira (24), quais são as provas de cada fim de semana do SampaCor.

Informe "Vamos correr" e logotipo do Sampacor

“Vamos correr” e logotipo do SampaCor

O secretário é favorável à implementação de um “Poupatempo das corridas”, em que os organizadores consigam de forma mais centralizada autorizações municipais para literalmente colocar suas corridas nas ruas paulistanas.

Jorge Damião reiterou a necessidade de São Paulo sediar uma grande maratona, a qual atraia turistas e seja um “cartão-postal” da cidade. Novas ideias estão em discussão para 2018. Hoje em dia, existem duas maratonas, a da Yescom e a da Iguana Sports, mas nenhuma delas pode ser considerada internacionalmente importante.

Circuito Caixa da Cidadania vem aí

O Circuito Caixa da Cidadania, é claro, faz parte do SampaCor. Inicialmente previsto para março, seu início foi adiado para 7 de maio de 2017, domingo, e a etapa da Freguesia do Ó, na zona norte, será a inaugural. Na avenida Inajar de Souza os atletas darão seus primeiros passos no Circuito. É substituto do Circuito Popular e, com dez etapas em 2017, também terá inscrições gratuitas para os corredores. Uma grande empresa do mercado, a Iguana Sports, será contratada pela Caixa para organizar os eventos. Leia também: Inscrições online e festa na Sé: vem aí Circuito Caixa da Cidadania de corrida.

+ secretário:
Secretário: ‘É inadmissível haver sete corridas em um fim de semana em SP’

Secretário defende existência de uma grande e forte maratona de São Paulo



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