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Ginásio do Ibirapuera vira ‘sessentão’ no 463º aniversário de São Paulo

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade
Ginásio do Ibirapuera em dia de Brasil x EUA (FIVB/Divulgação)

Ginásio do Ibirapuera em dia de Brasil x EUA (FIVB/Divulgação)

O dia 25 de janeiro de 2017 é uma quarta-feira de dois aniversários: de 463 anos da cidade de São Paulo e de 60 anos do ginásio do Ibirapuera, na zona sul. Foi no Geraldo José de Almeida onde muitos paulistanos tiveram o seu primeiro contato com o esporte profissional, como a Liga Mundial de vôlei, ou mesmo com shows infantis, como Holiday On Ice. Vira “sessentão” sabendo que, quando se tornar um “setentão”, não vai ser mais o principal da capital paulista se realmente for construído o do Anhembi.

A Folha da Manhã do dia 25 de janeiro de 1957 tratava da inauguração do ginásio do Ibirapuera assim: “Será finalmente batizado para gáudio não só dos esportistas de São Paulo, mas de todo o Brasil, que clamavam há tantos anos pela construção nesta capital, sem dúvida ‘capital esportiva’ do país, de um recinto coberto dotado das condições necessárias a grandes empreendimentos”.

O jogo de estreia foi entre as seleções paulista e argentina de basquete. O velódromo, local que posteriormente seria para o atletismo, já existia ali ao lado oficialmente desde 6 de novembro de 1954, mas foi o ginásio a grande obra.

Ginásio do Ibirapuera (Esportividade)

Ginásio do Ibirapuera (Esportividade)

O ginásio do Ibirapuera tornou-se o principal do Estado de São Paulo. O responsável pelo projeto foi Ícaro de Castro Mello, o mesmo que assumiria o do primeiro estádio Mané Garrincha, em Brasília, no começo dos anos 1970. Ícaro, que, além de arquiteto, era atleta, dá nome ao estádio do Ibirapuera, outro marco do esporte paulista.

O Geraldo José de Almeida, que é administrado pelo governo estadual e comporta nas arquibancadas pouco mais de 10 mil pessoas hoje em dia, passou por uma reforma geral em 2010 e 2011, em que houve reparos no teto para não existirem mais goteiras, e recebeu novos refletores e cadeiras, por exemplo.

É, entretanto, antiquado para os espetáculos atuais, principalmente no que diz respeito às dimensões das portas de entrada de equipamentos e capacidade. E é por isso que grandes empresas de entretenimento pleiteiam construir um ginásio coberto para mais de 20 mil pessoas (arena multiúso coberta) ao lado da concentração do sambódromo do Anhembi, na zona norte de SP. O plano foi iniciado em 2015, ainda na gestão Fernando Haddad, por Wilson Poit e deverá ter prosseguimento na gestão João Doria, já que Poit agora é secretário de Desestatização e Parcerias.

Comentários


  • Jonas Baianinho disse:

    Sempre que fui no Ginasio do ibira, eu adorei.

    lugar fantastico, muitas alegrias lá

    d+

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