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Basquete 14/08/2013

Acessibilidade da seleção brasileira no Paulistano faz espera valer a pena

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade
Marcelo Huertas conduz Brasil ao ataque (Andrei Spinassé/Esportividade)

Marcelo Huertas conduz Brasil ao ataque (Andrei Spinassé/Esportividade)

Quem pôde permanecer mais um pouco no ginásio do Paulistano, na zona oeste de São Paulo, na noite de 13 de agosto, terça-feira, foi recompensado, já que a seleção brasileira masculina de basquete, minutos após derrotar a mexicana em amistoso, voltou à quadra para dar entrevistas e autógrafos. Esse foi mais um ato de acessibilidade do evento; outro foi o fato de não haver cobrança de ingresso, apenas doação de 2 kg de alimentos não perecíveis.

Os primeiros espectadores chegaram ao local antes das 17h e formaram fila em frente ao Paulistano. O ginásio Antônio Prado Júnior ficou lotado; algumas escadas das arquibancadas foram usadas como assento, e, na falta de mais espaço, houve gente que ficou em pé atrás das tabelas. A partida, marcada para as 19h, atrasou e começou na verdade às 19h30.

Liderada por Marcelo Huertas, Alex e Guilherme Giovannoni e com Rafael Hettsheimeir como cestinha, a seleção brasileira abriu vantagem no segundo quarto e, depois disso, não mais foi ameaçada pelo México no placar. No fim, venceu por 87 a 82.

Rafael Mineiro distribui autógrafos  (Andrei Spinassé/Esportividade)

Rafael Mineiro distribui autógrafos (Andrei Spinassé/Esportividade)

Ao fim do jogo, o locutor anunciou que os jogadores iriam ao vestiário e voltariam à quadra para recepcionar os torcedores. Rafael Mineiro, ala-pivô do Pinheiros, novato na seleção, foi um dos mais atenciosos. “Já joguei no Franca e no São José, que têm grandes torcidas, mas com certeza a seleção chama muito mais a atenção. É muito bom esse carinho da torcida”, disse o jogador, que ressaltou o fato de haver muitas crianças na plateia. Sendo um atleta pinheirense, ele viveu no Paulistano, clube rival, um dia diferente do habitual: “É uma experiência incrível a torcida aplaudir. Aqui você é sempre vaiado, sempre com a torcida contra, mas hoje foi legal, a torcida compareceu, está de parabéns”, afirmou Rafael, que quatro anos atrás defendia o Paulistano.

Esse amistoso teve como objetivo preparação da equipe brasileira para a Copa América, que começa em 30 de agosto em Caracas, na Venezuela. Nesta primeira quinzena de agosto, a seleção fez seis jogos e foi derrotada apenas uma vez.

Jogadores que venceram Mundial de 1963 (Andrei Spinassé/Esportividade)

Jogadores que venceram Mundial de 1963 (Andrei Spinassé/Esportividade)

No intervalo da partida, jogadores que deram o bicampeonato mundial ao Brasil em 1963, no Maracanãzinho, foram homenageados e vestiram uma camisa especial. Eles assistiram a esse amistoso perto da quadra.

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