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Corrida de rua 26/02/2018

Na The Music Night Run, músicas do CPM 22 ‘conversam’ com corredores

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade

The Music Night Run: corrida e rock (Fernando Mucci/Divulgação)

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“Não posso mais parar; é só correr [atrás]”, “Melhor correr enquanto há tempo para nós”, “Desejo sorte para todos nós (vamos vencer)”, “O tempo corre contra mim; sempre foi assim e sempre vai ser”. Essas parecem ser declarações de algum corredor, não parecem? Mas não o são: são trechos de letras de músicas do CPM 22. Ganharam novo significado na noite de sábado passado, 24 de fevereiro de 2018, quando a banda se apresentou após os 7 km da The Music Night Run.

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Havia um grande motivo para permanecer no Memorial da América Latina, em São Paulo, depois da linha de chegada. A banda paulista é daquelas que tocaram tanto em rádios de rock, principalmente no início dos anos 2000, que mesmo quem nunca comprou um CD dela sabe cantar seus hits.

CPM 22 no palco da The Music Night Run (Fernando Mucci/Divulgação)

Uma coisa é ouvi-los em um bar, por exemplo; outra é curtir o som após uma corrida. As canções mais motivacionais traduzem o sentimento do corredor, mesmo que não tenham sido escritas com esse propósito. Mas esta é uma das belezas da arte: o apreciador pode atribuir seu próprio significado à obra.

Japinha, baterista do CPM 22, faz prova como guia (Fernando Mucci/Divulgação)

O baterista da banda, Ricardo, o Japinha, teve uma noite de sábado diferente: antes de assumir as baquetas, correu 5 km como guia do deficiente visual Darlei. “Que noite”, definiu o músico.

Largada da The Music Night Run (Fernando Mucci/Divulgação)

Também foi especial para os mais de 4,6 mil atletas que participaram da prova. Com subidas e descidas, o Minhocão (elevado João Goulart) não é tão simples de ser percorrido e foi o grande desafio dos corredores. Em um trecho, a iluminação pública deixou a desejar. Mulheres foram maioria na corrida: 56%.

Corredores curtem show do CPM 22 (Fernando Mucci/Divulgação)

A maior parte das pessoas correu pagando só R$ 31,80, porque a Estrela Dalva, a entidade realizadora, contou com a ajuda da Lei de Incentivo ao Esporte para bancar o projeto. Captou R$ 1.467.200, valor que deixará de ser pago pelos patrocinadores como Imposto de Renda.

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