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Basquete 14/05/2015

NBB: mogianos ficam insatisfeitos com o esquema de venda de ingressos

Por Esportividade
Ginásio Professor Hugo Ramos em dia de playoffs do NBB (João Pires/LNB)

Ginásio Professor Hugo Ramos em dia de playoffs do NBB (João Pires/LNB)

O Mogi das Cruzes/Helbor terá a oportunidade de se tornar finalista do NBB 7 em casa. Se vencer ambas as partidas caseiras contra o Paschoalotto/Bauru, que foi o melhor time de fase classificatória e campeão da Liga Sul-Americana (superando justamente o Mogi na decisão) e da Liga das Américas, estará na decisão. A torcida está empolgada com o time, mas não muito satisfeita com a venda de ingressos.

Bilhetes para a partida desta sexta-feira e para a deste domingo começaram a ser vendidos às 17h de quarta-feira, dia 13, no próprio ginásio Professor Hugo Ramos, e rapidamente surgiram na internet comentários de insatisfação com o método adotado.

“Achei um desrespeito com o torcedor a falta de organização na fila e disponibilizar apenas dois guichês (mais um preferencial) para venda”, escreveu Fabiana Alves na página da equipe no Facebook.

A morosidade da fila chamou a atenção de Rodrigo Dias: “Longe de mim querer ser melhor do que alguém, mas podem ter certeza de que nos dois jogos grande parte de quem acompanha o time durante o campeonato inteiro não vai poder estar presente porque não conseguiu ingresso! Eu trabalho em São Paulo, cheguei ao ginásio às 16h40 e eu sai às 18h10 para buscar minha esposa no trabalho e a fila tinha andado apenas uns 100 metros. Lamentável! Estarei torcendo aqui da minha casa, infelizmente”.

“Desrespeito!”, escreveu Thiago Miranda. “Infelizmente mais uma vez a organização para a compra dos ingressos não estava à altura da equipe de Mogi e muito menos da torcida que ela tem. A mesma situação que aconteceu na temporada passada se repetiu desta vez, não houve melhora nenhuma, chego até a dizer que estava pior. Fila gigantesca e mal organizada, número pequeno de bilheterias, funcionárias lentas, esquema falho. Enfim, mais uma vez um despreparo total e nenhum responsável para assumir a situação. Nada foi aprendido da temporada passada. Lamentável!”

Os torcedores sugeriram que houvesse comercialização de bilhetes pela internet, o que não ocorre atualmente. Após fechamento das bilheterias na quinta-feira (13), ainda restavam 400 ingressos para o jogo de domingo (17 de maio), que começa às 13h. As bilheterias ficam abertas nesta quinta-feira (14) das 14h às 18h. Não há mais ingressos para o jogo de sexta-feira (15).

Os bilhetes custam R$ 10, mas estudantes, professores, idosos e deficientes pagam meia-entrada. Crianças até 12 anos não pagam, mas precisam retirar os ingressos acompanhadas por um responsável.

Também na quarta-feira (13) o Mogi avisava: quem ainda não era sócio-torcedor (clique aqui) poderia aderir ao programa “Eu Sou Torcedor”, pagar a anuidade e imprimir a carteirinha provisória para entrar nos jogos. Os planos custam de R$ 14,90 a R$ 249,90 por mês.

Já em quadra…

Shamell e Filipin, jogadores do Mogi (João Pires/LNB)

Shamell e Filipin, jogadores do Mogi (João Pires/LNB)

O jogo deste dia 15 de maio será o terceiro entre as equipes paulistas nas semifinais: os dois primeiros aconteceram em Bauru nos dias 10 e 12. Cada time venceu um deles. No primeiro duelo, o Mogi contou com grande atuação de Shamell, que marcou 27 pontos, para triunfar por 81 a 73. No segundo, o Bauru levou a melhor por 84 a 81 graças a um arremesso decisivo de Ricardo Fischer a três segundos do fim da partida.

Para chegar a essa fase, o Mogi, quarto colocado na etapa classificatória, teve de passar pelo surpreendente Macaé, 12º, e só conquistou a vaga no fim do quinto e último jogo, no qual os norte-americanos Tyrone Curnell e Shamell fizeram a diferença para os mogianos.

O Bauru, nova equipe de Alex Garcia, ex-Brasília, também não teve facilidade nas quartas de final: bateu o Franca no quinto duelo, no Panela de Pressão, com Rafael Hettsheimeir como cestinha. O adversário mogiano conta ainda como Larry Taylor, Robert Day e Ricardo Fischer, por exemplo.

Do outro lado da chave estão Limeira, que foi o vice-líder da fase inicial do NBB 7, e Flamengo, terceiro colocado, e o time paulista tem a vantagem de fazer até três jogos em casa.

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