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Corrida de rua 12/08/2016

Nova ASICS SP City Marathon é mais feminina que Maratona Internacional

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade
Mulheres participam da ASICS São Paulo City Marathon em 31 de julho (Iguana)

Mulheres participam da ASICS São Paulo City Marathon em 31 de julho (Iguana)

No “duelo de maratonas” da cidade de São Paulo, a ASICS São Paulo City Marathon, organizada pela Iguana Sports, mostrou-se proporcionalmente mais feminina que a Maratona Internacional de São Paulo-2016, da Yescom. Enquanto da primeira edição da corrida de 42,195 km da ASICS chegaram ao fim 560 mulheres (16,63% do total, o qual foi de 3.366), na 22ª edição da mais tradicional maratona paulistana cruzaram a linha final 578 corredoras (12,75% do total, que foi de 4.532).

Dos 21,097 km da prova da ASICS, uma opção não presente no evento da Yescom, correram sob o pórtico no Jockey Club paulistano 9.204 pessoas, das quais 3.506 eram mulheres (38%).

A Maratona Internacional de São Paulo de 2016 teve ainda, no dia 24 de abril, 1.030 mulheres que chegaram ao fim das 5 milhas (8,04 km) – 1.259 homens. E 945 mulheres completaram as 15 milhas (24,14 km) – 2.103 homens.

O evento ASICS São Paulo City Marathon – envolvendo as duas distâncias em 31 de julho – foi maior que a Maratona Internacional. O da Iguana contou com 12.570 atletas que receberam medalha (15.183 inscritos); o da Yescom teve 9.869 medalhistas nas três distâncias de corrida (não contando aqui os números da caminhada).

O percurso da ASICS São Paulo City Marathon foi mais interessante e desafiador que o da Maratona Internacional de São Paulo. Na verdade, o desta estava contido no daquela. Na maratona da Yescom, os atletas foram do Ibirapuera ao parque Villa-Lobos e à Cidade Universitária e voltaram ao Ibira. Na da Yescom, largaram no Pacaembu, passaram pelo centro histórico paulistano (inclusive enfrentando a famosa e temida subida da Brigadeiro Luís Antônio), passaram pelo Ibira, foram ao Villa-Lobos e chegaram ao Jockey.

Já quem vence o “duelo de preços” é a Maratona Internacional de São Paulo: a Yescom chegou a cobrar R$ 70 por uma inscrição para a prova de 2016 no primeiro lote (ainda em julho de 2015), e a Iguana colocou como preço inicial R$ 150.

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