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Corrida de rua 03/07/2020

Números da corrida virtual ainda são tímidos no Brasil, mas estão em ascensão

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade

Correndo sozinho de máscara (Cottonbro/Pexels)

O site Ticket Agora, que concentra a maior parte dos desafios virtuais lançados pelos organizadores brasileiros em meio à pandemia de covid-19, revelou nesta semana os números do primeiro semestre de 2020. Os 301 colocados à venda na plataforma geraram 9.734 inscrições, ou seja, cerca de 32 por desafio cadastrado.

Trata-se de um dado que mostra o desinteresse do público brasileiro pelas corridas virtuais – seja por não gostar delas, seja pelo preço cobrado, seja pelo momento vivido.

Segundo o Ticket Agora, vários dos desafios virtuais foram cadastrados recentemente e ainda estão à venda; 55% dos compradores são homens, e a idade mais comum deles é 41 anos.

Apesar dos números não muito animadores, o site de inscrições diz que, desde meados de março, quando houve a interrupção dos eventos tradicionais, os virtuais cresceram exponencialmente e a curva ainda é ascendente.

A grande maioria dos corredores, porém, não aderiu à novidade. Muita gente não acha empolgante correr por conta própria e, posteriormente, receber em casa um kit.

O preço acaba não sendo tão diferente do das provas convencionais, uma vez que o frete representa um percentual considerável do valor final.

E as restrições impostas, como o uso obrigatório de máscara em vias públicas, tornam a experiência de correr não muito agradável nestes meses de quarentena.

Exceções de rejeição são, por exemplo, desafios de marcas famosas, como o da Mulher-Maravilha. Se a Corrida Internacional de São Silvestre tiver o seu lançado, também será uma.

Comentários


  • Bom essas corridas, não tem mais participantes porque, o Organizadores querem cobrar o mesmo que uma corrida comum. Falta bom senso, pois o custo é 80% menor para eles.

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