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Futsal 12/11/2014

São Bernardo está em semana de futsal; seleção disputa Grand Prix lá

Por Esportividade
Treino da seleção de futsal em São Bernardo do Campo (Gaspar Nóbrega)

Treino da seleção de futsal em São Bernardo do Campo (Gaspar Nóbrega)

O ginásio Poliesportivo Adib Moysés Dib, em São Bernardo do Campo, é a casa do futsal brasileiro desde terça-feira, quando lá foram disputadas duas partidas das quartas de final da Liga Paulista. E, a partir desta quarta-feira (12), acontece o Grand Prix masculino lá com a presença de seis seleções, uma delas a brasileira.

Na terça-feira, dia de empate de Yoka com Brasil Kirin Futsal e vitória por 5 a 1 do Corinthians sobre a ADC Ford/Taubaté, Falcão já entrou em quadra, mas pelo time sorocabano. Nesta quarta-feira, começa a defender a seleção. O primeiro adversário será o Vietnã – o jogo terá início às 18h45.

A Colômbia será adversária da equipe brasileira a partir das 21h de quinta-feira, um dia antes de a seleção só treinar e não jogar. As semifinais estão marcadas para as 10h e as 12h de sábado; a final, para as 10h30 de domingo. Costa Rica, Guatemala e Irã estão no Grupo B.

Entrevista coletiva no Poliesportivo de São Bernardo (Gaspar Nóbrega)

Entrevista coletiva no Poliesportivo de São Bernardo (Gaspar Nóbrega)

O ala Falcão não prevê um “passeio” brasileiro. “A evolução dos países é nítida. Temos de lembrar que já perdemos do Vietnã e que isso, no passado, era inadmissível acontecer. Hoje já é possível. A Colômbia está cada vez mais forte e acredito que esteja entre os quatro melhores na próxima edição da Copa do Mundo, que será na casa deles. O Irã vem passando por mudanças e está cada vez mais preparado. Essa evolução é muito boa para o esporte”, afirmou o craque.

Falcão chamou a torcida para ver o Grand Prix de perto: “Espero contar com o público nas arquibancadas. É sempre um prazer jogar, ainda mais aqui em São Bernardo, que foi onde eu mais joguei vestindo a camisa da seleção. O público do ABC paulista comparece e incentiva; acredito que desta vez não será diferente”.

O técnico da seleção brasileira, Sérgio Schiochet, também observa crescimento dos rivais: “O Brasil continua sendo o grande país do futsal, mas sabemos da evolução dos nossos adversários. A nossa seleção segue como referência, mas a evolução vem acontecendo em outros lugares já há anos. Entramos como favoritos, mas sabemos que, cada vez mais, as competições ficam mais difíceis”.

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