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Cidade de São Paulo 15/12/2016

Virada Esportiva com mostra de cine e patrocinada: ideias da gestão Doria

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade
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Tirolesa no Vale do Anhangabaú (Jose Cordeiro/SPTuris)

Tirolesa no Vale do Anhangabaú (Jose Cordeiro/SPTuris)

A incrementação da Virada Esportiva, começando em 2017 e aprofundando-se nos três anos seguintes, é um dos desafios do futuro secretário de Esportes, Lazer e Recreação. A décima edição do evento esportivo anual da cidade de São Paulo, realizada uma semana antes das eleições municipais e, dessa forma, com severas restrições para a divulgação, deixou mais uma vez claro que o formato dele precisaria ser repensado. E, segundo Jorge Damião, isso já começou a ser feito.

O futuro secretário disse em entrevista exclusiva ao Esportividade que a nova gestão da pasta pensa em tornar a Virada Esportiva um evento que abranja outras faces do esporte. “Vamos mexer um pouco na Virada, dar incrementada nela”, declarou. “Podemos criar, por exemplo, o conceito da economia criativa dentro da Virada Esportiva, que assim não é somente a prática esportiva. Conversamos com a secretaria do Trabalho para fazermos uma feira de empreendedorismo no esporte. Com a de Cultura sobre uma mostra de cinema com a temática esportiva. Podemos discutir a cadeia do esporte, trazer à cidade e à Virada um congresso nacional sobre isso.”

Uma Virada Esportiva com naming rights é já cogitada. “A cabeça do João é 360º, pensa o conjunto”, disse Jorge Damião sobre o prefeito eleito. “Ele tem nos estimulado a buscar parcerias, patrocínios. Por que a Virada não pode ser a Virada Esportiva Banco do Brasil, por exemplo? Quanto menos dinheiro gastarmos aqui, poderemos colocar mais ali, em outra ação social. Será que não precisamos ter cinco Viradas por ano, uma em cada região da cidade? Além disso, não dá mais para pensarmos em esporte sem pensarmos na inclusão [de pessoas com necessidades especiais].”

Segundo pesquisa divulgada em outubro pela secretaria, 26% dos paulistanos não fazem atividade física. “Conceito que queremos trazer é o de ‘São Paulo, uma cidade ativa’. Se hoje a criança de 2 a 12 anos tiver uma atividade física, não vamos ‘perder uma geração’. E o esporte passa a ser uma ferramenta também de inclusão social. E por que não transformar São Paulo na capital brasileira do esporte?”, afirmou Jorge, que em janeiro assumirá efetivamente a Seme.

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