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Corrida de rua 28/12/2021

Iser Bem e Marílson, ‘lendas’ da São Silvestre, correm em meio aos amadores

Por Esportividade

Émerson Iser Bem, vencedor da São Silvestre-1997 (GazetaPress)

Saiba como foi o evento (reportagem): São Silvestre de 2021, a menor da ‘era matinal’, parece corrida pré-pandemia.

Uma das maravilhas da corrida de rua é o fato de atletas amadores e profissionais compartilharem os mesmos eventos – cada um à sua maneira, é claro. A Corrida Internacional de São Silvestre de 2021, a 96ª da história, será especialmente marcante por outro motivo: vencedores de edições anteriores da prova estarão no pelotão geral, dividindo, por 15 km, ruas e avenidas de São Paulo com milhares de amadores.

Os ex-atletas participantes serão Émerson Iser Bem, campeão em 1997 após superar o queniano Paul Tergat (pentacampeão e maior nome da história da prova) na subida da avenida Brigadeiro Luís Antônio, e Marílson Gomes dos Santos, tricampeão e mais recente vencedor brasileiro (em 2010).

Marílson Gomes dos Santos (GazetaPress)

Isso significa que, quando menos esperar, você poderá estar ao lado de um deles, correndo até no mesmo ritmo, na manhã de 31 de dezembro, sexta-feira, em São Paulo.

Enquanto isso, lá no pelotão de elite, estará Daniel Nascimento, dono da segunda melhor marca em maratonas entre os brasileiros (2h06min11s em Valência-2021) após somente três disputadas, uma delas a olímpica de Tóquio, tendo chegado a liderá-la. Na São Silvestre de 2021, terá um forte adversário, o queniano Elisha Rotich, que fez 2h04min21s na Maratona de Paris de 2021, vencida por ele.

Não há título feminino brasileiro na São Silvestre desde 2006, com Lucélia Peres, mas a favorita da 96ª edição é uma queniana, Sandrafelis Chebet, campeã de 2018; Grazieli Zarry, Andreia Hessel e Tatiele de Carvalho estão entre os destaques nacionais.

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