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Corrida de rua 22/09/2021

Largadas agendadas, pias em banheiros: o que deveria se manter após pandemia

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade

Alinhamento pré-largada da etapa de Piracaia do Circuito Atalanta (Esportividade)

A pandemia de covid-19 provocou a maior crise da história do setor de organização de eventos de corridas de rua no Brasil, uma vez que a receita das empresas foi praticamente a zero e assim ficou por muitos meses. Nem tudo o o que tem sido feito para a retomada das provas, porém, precisa ser descartado quando a situação, enfim, se normalizar. Algumas medidas introduzidas em 2020 e em 2021 poderiam ser adotadas de forma mais recorrente daqui para frente. Confira alguns exemplos.

Largadas ao longo da manhã

Dar aos atletas mais opções de horários de largada mostra-se um ponto favorável aos participantes, principalmente em cidades menores, nas quais é mais fácil e barato o fechamento de vias públicas. Na etapa de Piracaia do Circuito Atalanta, por exemplo, grupos largavam a cada meia hora, das 7h às 10h30, o que contribuiu para descongestionar o percurso e para uma maior participação de pessoas de outras regiões, que não precisaram acordar tão cedo quanto acordariam se houvesse largada única às 7h.

O aspecto negativo disso é que, ao longo da manhã, a temperatura ambiente tende a subir. Pode-se, então, aconselhar corredores mais competitivos a largar nas primeiras baterias do dia. O horário de largada é escolhido pelo atleta no ato da inscrição.

Maior preocupação com a higiene

Pias ao lado de banheiros químicos em Piracaia (Esportividade)

Até março de 2020, quem usava um banheiro químico em eventos de corrida acabava quase sempre não tendo onde lavar as mãos — situação obviamente nada higiênica. Sejamos claros: as pias, uma novidade agora, demoraram demasiadamente para serem instaladas, mas “antes tarde do que nunca”, como dizem.

Menos filas em todos os momentos

Em decorrência da pandemia de covid-19, os organizadores foram obrigados a pensar em medidas antiaglomeração, o que poderia prosseguir — ainda que parcialmente — em “tempos normais”.

Não há como negar que filas são cansativas e uma perda de tempo, e deve-se estruturar o evento de modo que sejam evitadas ao máximo. Quanto mais agendamentos houver, inclusive de retirada de kit, melhor.

Comentários


  • Edna Betânia disse:

    Eu gostei das adaptações. Para quem mora em outras cidades tem a opção de escolher um horário mais tarde, além disso, fica mais fácil para estacionar e sair do local.
    A higiene com as pias e o álcool em gel deveriam continuar. Além disso, com menos pessoas devido as ondas e mais rápido o uso dos banheiros.

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