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Corrida de rua 22/04/2021

Previsão do Ministério da Saúde torna impossível São Silvestre em julho-2021

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade

Descida antes do estádio do Pacaembu (Esportividade)

Observação (feita às 10h31 de 14 de maio de 2021): 96ª Corrida de São Silvestre é, enfim, adiada para 31 de dezembro de 2021.

A declaração do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de que a atual previsão é que a vacinação contra a covid-19 do grupo prioritário seja concluída em setembro de 2021 gera implicações para os organizadores de corridas de rua. A partir do que ele disse, é possível compreender que não haverá condições de eventos de médio e grande porte serem autorizados antes disso, já que se prevê, então, a imunização de 77,27 milhões – integrantes de 29 subgrupos –, o que equivale a cerca de 47,12% dos brasileiros maiores de idade.

É impossível, portanto, que a 96ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre reúna 35 mil pessoas na avenida Paulista, em São Paulo, no dia 11 de julho de 2021, para quando ainda está marcada. A Fundação Cásper Líbero por ora não anunciou um adiamento, que é iminente. As inscrições estão à venda desde 30 de dezembro de 2020.

Dessa maneira, nos primeiros meses do segundo semestre de 2021, no máximo poderão ser realizadas provas pedestres menores que cumpram um rigoroso protocolo sanitário.

“O processo de vacinação no Brasil tem ocorrido de maneira cada vez mais célere”, declarou o ministro na quarta-feira, 21 de abril. “Vamos, se continuarmos nesse ritmo, até setembro atingir a imunização da população prevista no programa nacional. Nosso objetivo é que ocorra antes, até porque o esforço [de obtenção de novos contratos] deve resultar em novas doses de vacina.”

“Elas dependem da chegada de insumos ao Brasil. Fizemos contrato com a Pfizer para fornecimento de 100 milhões de doses; havia previsão de entrega de 13 milhões e conseguimos antecipar para os meses de abril, maio e junho 15,5 milhões de doses.”

No estado de São Paulo, 6,5 milhões de pessoas já tomaram a primeira dose, grande parte delas da CoronaVac – parceria do governo estadual, por meio do Instituto Butantan, com a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech. No Brasil como um todo, 33,8 milhões de doses, englobando primeira e segunda, foram aplicadas, mas mais de 53 milhões já foram distribuídas.

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