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MMA 22/12/2014

Público do UFC passa por ‘teste de resistência’ em Barueri; Lyoto o ‘libera’

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade
Arquibancada do José Corrêa em dia de UFC (Benjamim Sepulvida)

Arquibancada do José Corrêa em dia de UFC (Benjamim Sepulvida)

O público que lotou o José Corrêa, em Barueri, passou por um “teste de resistência” no fim de semana, mas foi Lyoto Machida o responsável por permitir que os espectadores saíssem de lá até antes do previsto. Já às 22h de 20 de dezembro o ginásio estava cheio, e a partir daí foi iniciada uma “maratona” de 12 lutas do UFC que duraria quase seis horas.

Fazia muito calor lá dentro, e a cena mais comum era a de pessoas tentando se abanar com o que tinham à disposição. E as arquibancadas do ginásio, as quais comportam 5 mil pessoas, não são nada confortáveis, pois os assentos não possuem encosto. Mesmo assim o público ficou no José Corrêa até a aguardada luta entre Lyoto Machida e CB Dollaway, a principal do evento.

Lyoto posa para fotos após vitória (Divulgação Wander Roberto - Inovafoto - UFC)

Lyoto posa para fotos após vitória (Divulgação Wander Roberto – Inovafoto – UFC)

Só conseguiu sair do ginásio em torno das 4h graças ao fato de o brasileiro ter noucauteado o norte-americano após 62 segundos de luta. Se o combate tivesse terminado por tempo, teria permanecido lá por mais meia hora. Lyoto acertou um chute nas costelas de Dollaway, que recuou para dar uma respirada e foi socado por Machida até que a luta chegasse ao fim.

“O campeão voltou”, cantou a torcida depois da vitória de Lyoto. Já havia cantado o mesmo para Renan Barão, vencedor da luta anterior, contra Mitch Gagnon, após uma finalização. Mas foi o norte-americano Tim Means, ainda no segundo combate da noite, o mais vaiado por ter dado um golpe polêmico em Marcio Lyoto. Procovou a torcida quando saiu a decisão dividida que lhe foi favorável: “Quero ver vocês me vaiarem agora”.

As últimas horas de sábado e as primeiras de domingo, no entanto, foram muito boas aos lutadores do Brasil, que venceram oito das 11 lutas contra estrangeiros – um dos duelos foi entre brasileiros. Marcio Lyoto, Antônio “Cara de Sapato” e Elias Silvério foram as exceções.

O “teste de resistência” da torcida não foi barato: o ingresso inteiro mais barato custava R$ 290; o mais caro saía por R$ 990. As entradas foram esgotadas.

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Comentários


  • Ivan disse:

    Uma vergonha!! Eu estava lá e quase passei mal de tanto calor que fazia. O ginásio não tem estrutura suficiente para comportar um evento desse porte,não havia ventilação,e a organização do evento deveria ter pensado nisso colocando ventiladores no local,já que estamos em pleno verão. O que deixou á desejar também foi o serviço de alimentação. Faltou água para vender,as filas eram enormes. Diferente de outros eventos do UFC que já fui em outros locais. Lamentável. Em Barueri nunca mais!!

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