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Esporte 11/03/2021

São Paulo mantém parques fechados e impede esporte coletivo de 15 a 30/03

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade

Portão do parque da Aclimação fechado (Esportividade)

Observação (feita às 19h12 de 23 de julho de 2021): parques, centros esportivos e CDCs da cidade de São Paulo voltam aos horários normais em 24/07.

Observação (feita às 8h de 12 de março): o decreto estadual nº 65.563, de 11 de março de 2021, veda “eventos esportivos de qualquer espécie” entre 15 e 30 de março de 2021.

Observação (feita às 12h34 de 12 de março de 2021): após a proibição de eventos esportivos em São Paulo, o Jogo das Estrelas foi transferido para o ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

O governo estadual anunciou nesta quinta-feira, dia 11 de março de 2021, a fase emergencial do Plano de São Paulo, incialmente implementada de 15 a 30 de março de 2021, em decorrência da pior fase da pandemia de covid-19 no estado. Assim como na fase Vermelha, os parques e os centros esportivos estarão fechados nesse período; a novidade é que o esporte coletivo paulista também será impedido de jogar em casa, afetando o Campeonato Paulista masculino de futebol, a Superliga de vôlei, o NBB e a LBF, por exemplo.

A Federação Paulista de Futebol tentou contornar a situação e liberar a continuidade das três primeiras divisões da competição, mas o governo estadual optou por seguir a recomendação do Ministério Público de SP. Mas os jogos deste fim de semana, 13 e 14 de março, estão mantidos.

O NBB realizaria em 20 de março de 2021, sábado, o Jogo das Estrelas em São Paulo, e não haveria público no ginásio Henrique Villaboim, do Esporte Clube Pinheiros. Pelo segundo ano seguido, o evento festivo do campeonato masculino de basquete é impactado pela pandemia: terá de ser adiado ou cancelado – ou ser transferido para outro estado.

Como a maior parte das partidas da temporada 2020/2021 acontece em São Paulo, elas também serão afetadas, e a liga precisará remanejá-las. Dependendo dos resultados de Osasco e Barueri nas quartas de final, a Confederação Brasileira de Vôlei terá de mudar datas ou tirar de São Paulo semifinais da Superliga feminina de vôlei.

A taxa de ocupação de leitos de UTI na região metropolitana de São Paulo é de 86,7% (já no estado, 87,6%); o número de pacientes internados em unidades de terapia intensiva é 47% maior que o observado no pico da “primeira onda”. As mortes diárias também excedem as daquele momento.

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