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Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo inicia mais pobre outro mandato

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade

Placa da Seme no parque das Bicicletas, ao lado do qual fica (Esportividade)

A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme) chega mais uma vez ao início de uma gestão com menos recursos que nas anteriores. Inicialmente, a pasta vai ter direito a somente 0,31% do orçamento municipal de 2021, isto é, R$ 213.700.946, enquanto é estimada uma receita total de R$ 67,96 bilhões. O projeto, já aprovado pelos vereadores, foi para sanção do prefeito Bruno Covas (e ele promulgou lei em 31/12).

Quando João Doria assumiu a prefeitura, em janeiro de 2017, a Seme contava com um orçamento, sancionado no ano anterior por Fernando Haddad, de R$ 276.888.185, ou seja, 0,5% do total previsto para 2017.

O último orçamento discutido pela Câmara dos Vereadores na gestão Gilberto Kassab, em dezembro de 2012, previa R$ 300.229.702 para a secretaria esportiva em 2013 – o primeiro ano de Haddad –, o que correspondia a 0,71% do geral.

Apesar da reeleição do prefeito Bruno Covas, que, em abril de 2018, assumiu o cargo, já que Doria tornou-se candidato ao governo estadual, em 2021 inicia-se um novo ciclo.

Progressivamente, a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer paulistana tem perdido recursos. A pasta da Cultura também vai começar um novo mandato com percentual menor: será, em 2021, de 0,76%, e a gestão Haddad havia reservado 0,94% para ela em 2017 – o primeiro ano de Doria –, e Kassab deixara 0,68% para Haddad.

É preciso dizer que, em 2021, a Seme não terá gastos com o complexo esportivo do Pacaembu, que em 2020 passou a ser administrado pela iniciativa privada (Allegra), que em 2021 e 2022 o reformará, demolindo, por exemplo, o Tobogã para em seu lugar construir um edifício multiúso.

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