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Vôlei 24/10/2016

Na final do Paulista-2016, ginásio de Osasco vira ‘caldeirão’ por 2 motivos

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade
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Jogadoras do Vôlei Nestlé comemoram título paulista (João Pires/Fotojump)

Jogadoras do Vôlei Nestlé comemoram título paulista (João Pires/Fotojump)

No esporte, a palavra “caldeirão” é usada quando a torcida do time da casa, enchendo um ginásio ou estádio, acaba por fazer a diferença, ajudando a equipe mandante e atrapalhando a visitante. No ginásio José Liberatti, em Osasco, no domingo passado, “caldeirão” ganhou também um sentido um pouco mais literal, já que fazia muito calor lá. A final do Campeonato Paulista feminino de vôlei teve início às 11h30 (do horário de verão), um momento de temperatura alta. O “calor humano” aumentava a sensação de “caldeirão”. O “fator casa” realmente foi favorável ao Vôlei Nestlé, que venceu quatro sets consecutivos (o último, o golden set) e conquistou seu quinto título estadual seguido.

Torcida osasquense (João Pires/Fotojump)

Torcida osasquense (João Pires/Fotojump)

Como de costume, a torcida osasquense, especialmente os Loucos de Osasco, fizeram a festa no José Liberatti desde o início da partida contra o Pinheiros, que havia batido o Vôlei Nestlé em São Paulo. Eles “pegaram no pé” da oposto Bárbara, que defendia o Sesi-SP quando este era o grande adversário paulista do Osasco.

Central Bia, do Vôlei Nestlé (João Pires/Fotojump)

Central Bia, do Vôlei Nestlé (João Pires/Fotojump)

Mas apoiaram uma ex-colega de Babi, a central Bia, ex-Sesi, novamente osasquense na temporada 2016/2017. “É uma torcida que apoia muito. É o nosso sétimo jogador. Hoje pudemos ver isso. Em momentos de paridade, eles nos ajudaram. Fico muito contente por voltar a um lugar onde eu já fui feliz. Ficamos abaladas com a derrota no Pinheiros, mas superamos isso. A vitória é para nossa torcida”, disse. Ana Beatriz defendeu então time do Sollys na temporada 2011/2012, mas era reserva de Adenízia e Thaisa.

Ponteira Tandara, do Vôlei Nestlé, ataca (João Pires/Fotojump)

Vista por Camila Brait, ponteira Tandara, do Vôlei Nestlé, ataca (João Pires/Fotojump)

Bia, com 19 pontos, foi a segunda maior pontuadora da partida. A maior foi a ponteira Tandara, com 22 pontos, cuja filha Maria Clara, de somente um ano, pela primeira vez esteve presente em um título da mãe. “Olho o tempo inteiro [para a arquibancada]. Vejo meus pais, o Cleber [marido], agora ela”, afirmou Tandara, que também está de volta à equipe de Osasco. O time osasquense obteve sua mais recente conquista de Superliga na passagem anterior de Tandara e Bia, na temporada 2011/2012.

A Superliga feminina de vôlei 2016/2017 vai começar já nesta semana. O São Cristóvão Saúde/São Caetano visita o Vôlei Nestlé neste sábado, dia 29/10, a partir das 17h. O público não paga nada para assistir a jogos no José Liberatti.

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