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Handebol 23/11/2015

Torcida faz a festa após título e vitória sobre rival, mas não é a corintiana…

Por Esportividade
Metodista/São Bernardo x UnC/Concórdia  (Gaspar Nóbrega/Photo&Grafia)

Metodista/São Bernardo x UnC/Concórdia (Gaspar Nóbrega/Photo&Grafia)

Existe nesta segunda-feira uma torcida tão feliz quanto a corintiana. A da Metodista/São Bernardo está contente porque a equipe feminina de handebol conquistou no sábado, 21 de novembro, a Liga Nacional pela nona vez. Desde 2006, quando foi criada, só foi derrotada na decisão da competição uma vez, em 2013, pelo Concórdia, mesmo adversário deste ano. No ginásio Baetão da modalidade, em São Bernardo do Campo, o time da casa bateu o de Santa Catarina por 21 a 20.

Célia, número 6, vibra após título (Gaspar Nóbrega/Photo&Grafia)

Célia, número 6, vibra após título (Gaspar Nóbrega/Photo&Grafia)

A ponta direita da Metodista Célia Costa Coppi é a atleta mais conhecida do grupo são-bernardense e estará com a seleção brasileira no Torneio Quatro Nações, em Brasília (DF), e no Mundial da Dinamarca, em dezembro, quando o Brasil defenderá o título de campeão.

Jogadoras da Metô comemoram nono título  (Gaspar Nóbrega/Photo&Grafia)

Jogadoras da Metô comemoram nono título (Gaspar Nóbrega/Photo&Grafia)

“A forma como fomos preparadas para atuar em conjunto, com todas as jogadoras participando de quase todos os jogos, trouxe uma união, que foi um dos maiores fatores que colaboraram para as vitórias que nós conseguimos, sendo elas fáceis ou difíceis”, afirmou. A capitã da equipe, a goleira Ariadne Moreira, declarou: “Jogamos com emoção, querendo essa vitória e ela veio. Agradecemos à torcida, que compareceu em peso novamente e parece até ter entrado conosco em quadra, e isso também fez diferença hoje”.

Tainara Luna marcou o gol do título (Gaspar Nóbrega/Photo&Grafia)

Tainara Luna marcou o gol do título (Gaspar Nóbrega/Photo&Grafia)

Carlos Casalino, treinador do time amador Ellas, foi um dos espectadores da partida de sábado: “O pessoal estava bem animado. Havia muita família lá e uma torcida muito vibrante, porque a bateria da Metodista estava lá. ‘Som de futebol’: batuque o tempo inteiro nos ataques. E foi aquele tipo de evento do qual você não queria ir embora. E a partida foi parelha até o fim”, afirmou ele, segundo o qual havia muita gente “de meia idade” na arquibancada. Não se cobra ingresso nos jogos da Metodista no Baetão.

Já a equipe masculina de basquete da Metodista/SBC não conseguiu o acesso à “série A” estadual: foi apenas a terceira melhor da fase final.

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