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Corrida de rua 01/04/2021

Empresas organizadoras de corridas de rua terceirizarão mais no pós-pandemia

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade

Avenida 23 de Maio faz parte do percurso da SP City Marathon (Esportividade)

O longo período sem corridas de rua decorrente da pandemia de covid-19 e a consequente crise econômica das empresas organizadoras de eventos resultaram em grandes mudanças organizacionais para algumas delas. Para que as contas fossem minimamente pagas em uma época praticamente sem entrada de dinheiro vindo de inscrições, equipamentos foram vendidos e funcionários foram demitidos, tornando-as bastante enxutas. Mesmo assim, ainda estão endividadas.

Quando as provas puderem ser retomadas, essa nova configuração empresarial terá dois lados antagônicos. O positivo são os menores gastos mensais fixos; o negativo é a maior dependência de fornecedores, já que equipamentos e serviços que antes eram de responsabilidade interna (controlados de perto pela direção da companhia, portanto) serão terceirizados, o que vai exigir outro tipo de abordagem.

Em entrevista ao Maratonado Podcast, Paulo Carelli, sócio e diretor de operações da Iguana Sports, disse que uma coisa acaba compensando a outra, e o corredor amador não necessariamente vai sentir no bolso essa mudança.

O que pode acontecer é que, se as empresas não escolherem bem seus fornecedores, a qualidade dos eventos cairá, e isso sim será percebido pelos consumidores.

É necessário ressaltar que muitas das empresas que atuam na organização de corridas de rua no Brasil já adotavam esse modelo, o de terceirização de quase tudo de um evento, mesmo antes da pandemia de covid-19.

Assista ao trecho em que Paulo Carelli fala sobre essa alteração:

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