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Vôlei 04/02/2016

Sesi deveria brilhar com Fabi e Jaque, mas a realidade não é bem assim

Por Andrei Spinassé, editor do Esportividade
Equipe feminina do Sesi-SP na Vila Leopoldina (Sesi-SP/Divulgação)

Equipe feminina do Sesi-SP na Vila Leopoldina (Sesi-SP/Divulgação)

Quando a temporada 2015/2016 do vôlei começou, a maior expectativa era ver as bicampeãs olímpicas Fabiana e Jaqueline juntas no Sesi-SP. Essa junção, que tinha grande probabilidade de ser vencedora, levava o torcedor a crer que os jogos da equipe na Vila Leopoldina (com entrada gratuita) seriam superconcorridos, provocando longas filas e frenesi no bairro. A fase negativa do Sesi-SP, no entanto, neutraliza todo o brilhantismo que uma união assim poderia ter. E a torcida, consequentemente, está longe de estar empolgada.

O time feminino do Sesi-SP não “deu liga” nesta temporada 2015/2016. Em momento algum pareceu ter condições de “estar nas cabeças” da tabela. A equipe da Vila Leopoldina é somente a sétima mais bem posicionada. Na rodada passada o Sesi-SP foi derrotado por 3 sets a 0 pelo Praia Clube, vice-líder, tendo entrado em quadra com Pri Heldes, Andréia, Fabiana, Bia, Dayse, Ellen e a líbero Suellen. Talmo de Oliveira não é mais o treinador do Sesi-SP. Giuliano Ribas (Juba), que era auxiliar, estará à frente do time até o fim desta temporada.

Fabiana e Carol Leite sobem para bloqueio na Vila Leopoldina (Sesi-SP/Divulgação)

Fabiana e Carol Leite sobem para bloqueio na Vila Leopoldina (Sesi-SP/Divulgação)

A ponteira Jaqueline de novo não pôde jogar, assim como na vitória (fora de casa) por 3 sets a 2 sobre o Esporte Clube Pinheiros, quando se recuperava de uma inflamação sacroilíaca. Já desfalcou o time em três oportunidades nesta Superliga.

As duas levantadoras, Pri Heldes e Carol Leite, ainda não convenceram a torcida de que merecem a posição. A experiente Carol Albuquerque, campeã olímpica em 2008, em Pequim, como reserva de Fofão, dava bom ritmo ao Sesi-SP na temporada passada, mas foi preterida e preferiu sair do vôlei. A central Fabiana, capitã, é a única jogadora não contestada pelo público: é, com 229 pontos, a sexta maior pontuadora da competição.

Entretanto, a temporada ainda não acabou. A equipe da zona oeste paulistana ainda tem cinco jogos pela frente na primeira fase da Superliga; os dois caseiros são contra Minas, às 20h desta sexta-feira (5), e Rexona-Ades, às 19h de 19 de fevereiro, uma sexta-feira também. E continua com chance considerável de classificação às quartas de final.

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